Custo e margemAnálise temática · quarta-feira, 26 de agosto
Não existe uma soja em Mato Grosso do Sul: dois modelos de lavoura, e uma segunda safra que refaz a conta.
O cerrado do norte colhe 17 sacas por hectare a mais que a região da fronteira e gasta R$ 1.329 a mais para isso, e os dois chegam quase ao mesmo custo por saca. Levantamento do Aegro Insights mostra que o que separa as duas regiões é risco, e que na 24/25 o milho de segunda safra pagou mais que a soja.
Fonte: Aegro · safras qualificadas de MS · 12/08/2026
Fonte: Aegro · safras qualificadas de MS · 12/08/2026
Fonte: Aegro · safras qualificadas de MS · 12/08/2026
Duas sojas: produtividade contra segurança
Mato Grosso do Sul não tem uma agricultura, tem duas, e uma safra que não cabe na soja. O Aegro Insights separou as 200 safras de soja de 72 fazendas do estado (2019/20 a 2025/26) entre as regiões de cerrado do norte, o eixo dos chapadões, e as regiões do sul, de Dourados e Maracaju à faixa de fronteira.
No norte, a média é de 69,2 sacas por hectare, com custo operacional efetivo de R$ 5.415 por hectare, sem arrendamento e sem depreciação de máquinas. No sul, 52,2 sacas e R$ 4.086 de custo. São 17 sacas e R$ 1.329 por hectare de diferença, em direções opostas.
A segunda safra refaz a conta
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