Análise temática · segunda-feira, 10 de agosto
Biológico entrou no pulverizador do RS: uma em cada quatro fazendas já leva no tanque, e o alvo mudou.
O Aegro Insights mediu o bioinsumo onde ele acontece: na operação registrada no campo, não na nota fiscal. Entre as fazendas gaúchas que pulverizam, as que aplicam biológico cresceram 120% em quatro safras, com a base do mesmo tamanho. E quem usa está indo além do teste: a parcela que usa mais de um tipo de biológico dobrou. Na semeadura, a história é outra: é soja, é rizóbio, e no cereal de inverno praticamente não existe.
Fonte: Aegro · operações registradas · 05/08/2026
Fonte: Aegro · operações registradas · 05/08/2026
Fonte: Aegro · operações registradas · 05/08/2026
No pulverizador: dobrou em quatro safras
Medir bioinsumo por compra tem um problema conhecido: boa parte do que se usa na lavoura gaúcha é multiplicado na própria fazenda e nunca passa por nota fiscal. Por isso o Aegro Insights foi olhar outro registro: o do manejo. Cada pulverização e cada semeadura lançada no Aegro traz os produtos que entraram na operação. Quando o produto tem Trichoderma, Bacillus, Beauveria, rizóbio ou qualquer outro organismo vivo na composição, a operação conta como uso de biológico, independentemente de onde o produto veio.
Na safra 2021/22, 295 fazendas do RS registraram pulverização, e 35 delas levaram biológico em pelo menos uma aplicação: 11,9%. Na safra 2025/26, com 299 fazendas pulverizando, foram 77: 25,8%. Base praticamente do mesmo tamanho nas duas pontas, número de fazendas usando mais que dobrado.
De teste para programa
Na semeadura: é soja, e é rizóbio
Mais 4 blocos desta edição, para quem assina.
Continue lendo com um plano pago