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Soja dispara e mira 180 mi t

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A sexta-feira fechou com a soja mirando um recorde de produção e a China comprando pesado dos Estados Unidos, enquanto um ciclone com rajadas de até 100 km/h colocou o Sul em alerta. Do lado da carne, os Estados Unidos isentaram por 90 dias parte da tarifa de importação, aliviando o frigorífico brasileiro. Tem também uma pílula sobre cletodim que vale a leitura.

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O mesmo cletodim, 21,3% mais caro na marca de maior volume

Na safra 25/26, dentro da mesma concentração de 240 g/L, a marca de maior volume, a que a maioria dos produtores compra, foi a mais cara por litro: R$ 38,80 contra R$ 32,00 da mais barata do lote, uma diferença de 21,3%.

Todas as marcas comparadas são de genérico, então a diferença não vem de tecnologia. Vem de canal de venda e poder de negociação, duas coisas que dependem de quem está comprando, não do produto em si.

Isso só aparece quando você olha nota fiscal real, não tabela de fornecedor. O Compare Preços do Aegro cruza o preço do cletodim por região e por fabricante, para você saber de que lado da média está antes de fechar a cotação.

Destaques da Mídia

Soja mira recorde, e ciclone testa o Sul

Soja mira recorde, e ciclone testa o Sul

A soja ganhou força ontem: os Estados Unidos venderam 1,43 milhão de toneladas em um único dia, com 712 mil toneladas destinadas à China, que segue comprando pesado diante do temor de uma safra menor por lá. No Brasil, a expectativa de produção subiu para 180,4 milhões de toneladas na safra que vem, e o grão já é negociado a R$ 139 a saca em praças do país. Quem ainda não fechou parte da soja pronta ganha um argumento a mais pra negociar essa semana, com o comprador mais ativo do que vinha sendo.

No Sul, um ciclone chegou ontem com rajadas de até 100 km/h, ameaçando silo, aviário e estufa nas regiões mais expostas, enquanto uma frente fria também derrubou a temperatura pelo Centro-Sul do país. Produtor com estrutura mais antiga ou exposta ao vento ganha motivo pra reforçar telhado e amarração antes do fim de semana, em vez de esperar o estrago acontecer.

Do lado da carne, os Estados Unidos isentaram ontem por 90 dias a tarifa sobre até 300 mil toneladas de carne importada, o que pode render até R$ 500 milhões aos frigoríficos brasileiros. No mesmo pacote de boas notícias pra proteína, frigoríficos de Mato Grosso aumentaram em 172% as exportações de carne bovina pra Espanha em julho. Quem decide sobre lote de abate nas próximas semanas ganha um cenário de exportação mais favorável pra negociar.

Você Sabia?

Busca do Compare Preços fica mais precisa

A busca do Compare Preços ganhou uma coluna nova, Porte, que mostra a faixa de volume da compra, por exemplo de 700 a 1.000 litros. Antes, comparar preço sem saber o tamanho do lote podia distorcer a leitura.

A ferramenta também passou a cruzar a classe do produto com o NCM. Na prática, isso tira da comparação o preço de embalagem diferente ou de produto fora da realidade, que antes aparecia misturado no mesmo resultado.

O efeito é uma cotação mais confiável na hora de decidir: você compara o que realmente é comparável, sem precisar filtrar manualmente o que não serve pra sua compra.

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Minuto Reforma

Cronograma da transição

2026 é ano de teste: IBS roda a 0,1% e CBS a 0,9%, só para calibrar o sistema, sem cobrança real ainda.

Em 2027, a CBS passa a valer com alíquota cheia e PIS/Cofins são extintos.

Entre 2029 e 2032, o IBS sobe aos poucos enquanto ICMS e ISS somem aos poucos. Em 2033, só IBS e CBS continuam valendo.

ACESSE O CONTEÚDO DETALHADO

Destaques Soja e Milho

Destaques Soja e Milho

Soja

O indicador CEPEA/ESALQ do Paraná fechou a quinta-feira a R$ 146,24 a saca, alta de 1,53%, no último pregão publicado até o fechamento desta edição. No físico, Castro (PR) negociou a R$ 140,00 (+0,72%), Rondonópolis (MT) ficou estável em R$ 142,40 e Não-Me-Toque (RS) operou a R$ 130,00 (+1,56%). A demanda ganhou força ontem, com os Estados Unidos vendendo 1,43 milhão de toneladas em um único dia, boa parte para a China, e com o Brasil projetando uma safra de 180,4 milhões de toneladas. Produtor com soja pronta pra vender ganha um momento de comprador mais ativo tanto no porto quanto no interior. O relatório do USDA na próxima semana deve mostrar se essa demanda chinesa se mantém firme, e é esse número que define se o físico brasileiro segue acompanhando a alta do indicador.

Milho

O milho fechou a quinta a R$ 67,74 a saca no CEPEA/ESALQ, alta de 0,52%, com o físico entre R$ 68,00 e R$ 69,00 nas praças de Campinas, Paranaguá e Santos. Lá fora, o Pro Farmer reduziu ontem a estimativa de produtividade do milho americano após o Crop Tour, o que tende a dar sustentação ao preço caso a colheita nos EUA confirme número menor.

Quem acompanha os dois grãos junto tem no relatório do USDA da semana que vem o próximo ponto de virada, tanto pra confirmar a demanda da soja quanto pra medir o tamanho da quebra do milho americano.

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Dados agregados e anonimizados · Atualizados em 23/08/2026