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Dólar sobe a R$ 5,19, boi recua

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A quinta-feira fechou com o dólar subindo à espera de sinal do Federal Reserve, o boi gordo perdendo espaço na B3 e o Sul lidando com um ciclone que fechou uma temporada já histórica em número de tornados. O Centro-Oeste seguiu com calor de mais de 40°C, mantendo forte o ritmo da colheita da segunda safra de milho. Tem também um dado sobre defensivo que vale a leitura.

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A marca mais vendida de clorotalonil não é a mais barata

No clorotalonil, a marca de maior volume, a que a maioria dos produtores compra, custa 7,2% mais caro por litro do que a mais barata do mesmo tipo. Diferença que já pesa, mas ainda não conta a história inteira.

Essa marca também aplica dose maior por hectare. Faça a conta pelo hectare, não só pelo litro, e a distância sobe para 27,7%. Preço por litro sozinho esconde metade da conta: quem acha que pagou pouco pode estar gastando mais no talhão inteiro.

Para saber de que lado dessa conta você está, falta o dado da sua região. O Compare Preços do Aegro cruza nota fiscal real de clorotalonil por região e por fabricante, para você negociar comparando litro e hectare lado a lado, não pela tabela do fornecedor.

Destaques da Mídia

Dólar sobe, boi recua e Sul fecha semana de tornados

Dólar sobe, boi recua e Sul fecha semana de tornados

O dólar subiu ontem para R$ 5,19, alta de 0,34%, com o mercado em compasso de espera pela sinalização do Federal Reserve sobre os próximos juros americanos. Câmbio mais caro encarece a compra de insumo importado bem na reta final da entressafra, mesmo enquanto ajuda o preço da exportação medido em reais. Quem ainda não fechou defensivo ou fertilizante para o plantio de verão ganha argumento pra cotar antes que essa alta ganhe mais fôlego.

No Sul, um ciclone trouxe frio e temporais ontem, fechando uma temporada que já entra para a história pelo número de tornados registrados. A combinação de vento forte e chuva concentrada tende a atrasar operação de campo e machucar lavoura já formada nas regiões mais atingidas. Produtor com trigo ou pastagem na área do ciclone ganha motivo pra avaliar o estrago antes de decidir sobre insumo ou reforço de ração essa semana.

O boi gordo recuou ontem na B3, com o contrato de agosto caindo 1%, e a arroba física também cedeu depois de um período de alta. Ainda não dá para chamar de mudança de tendência, mas quem tem lote pronto pra vender essa semana ganha argumento pra cotar em mais de uma praça antes de fechar.

Na ponta dos insumos, a Syngenta lançou um biológico que promete ganho de até 5 sacas por hectare em soja, reforçando a corrida por tecnologia que reduz dependência de fertilizante sem abrir mão de produtividade. Quem já testa biológico na propriedade ganha um comparativo a mais pra medir o retorno desse tipo de insumo nesta safra que se aproxima.

Você Sabia?

Alerta de preço avisa quando o mercado chegar no seu número

No Compare Preços já dá para cadastrar o preço que você quer pagar por um insumo e deixar o sistema de olho por você. Assim que o mercado da sua região chegar nesse valor, o alerta chega direto, sem precisar entrar todo dia só para conferir cotação.

No plano Free e no Pro, você tem direito a 1 alerta ativo. No Premium, dá para cadastrar até 20 ao mesmo tempo, cobrindo vários insumos e regiões numa safra só.

Também dá para configurar o aviso por queda percentual, não só por valor fixo, o que ajuda quem quer aproveitar uma queda de preço mesmo sem saber de antemão qual número vai bater. É comparação de preço por nota fiscal real trabalhando por você, mesmo quando a atenção está em outra tarefa da fazenda.

DEMONSTRAÇÃO GRÁTIS
Minuto Reforma

Quem é IBS e quem é CBS

IBS substitui ICMS e ISS, o lado estadual e municipal. CBS substitui PIS e Cofins, o lado federal. São dois tributos novos rodando juntos, com a mesma lógica de crédito e débito. Um vai para o Comitê Gestor do IBS, o outro para a Receita Federal.

ACESSE O CONTEÚDO DETALHADO

Destaques Soja e Milho

Destaques Soja e Milho

Soja

O indicador CEPEA/ESALQ do Paraná fechou a quarta-feira em R$ 144,03 a saca, alta de 0,57%, no último pregão publicado até o fechamento desta edição. No físico já de ontem, o Porto de Paranaguá negociou o disponível a R$ 154,00 (+0,65%), Castro (PR) a R$ 139,00 (+0,72%) e Rondonópolis (MT) ficou estável em R$ 142,40. O físico portuário segue reagindo mais rápido que o indicador, sinal de demanda mais firme no porto do que no interior. Quem tem soja pronta para embarcar por Paranaguá ganha, por ora, um referencial mais forte do que o do interior.

Milho

O CEPEA/ESALQ do milho fechou a quarta-feira em R$ 67,39 a saca, alta de 0,28%, também no último pregão disponível. No físico já de ontem, Campinas (SP) operou a R$ 69,00, o Porto de Paranaguá a R$ 68,00 e o de Santos, para embarque em agosto/setembro, também a R$ 68,00.

Soja e milho fecharam a quarta no mesmo tom, com alta moderada no indicador e o físico portuário puxando na frente do interior nos dois grãos. Quem for programar embarque essa semana ganha argumento pra priorizar o porto, em vez de esperar o preço do interior reagir no mesmo ritmo.

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Dados agregados e anonimizados · Atualizados em 23/08/2026